martes, 15 de septiembre de 2009

Video Soberanía Alimentaria



La soberanía alimentaria, lucha campesina contra el modelo neoliberal por un mundo más justo. En el programa de Euskal Telebista RUTAS DE SOLIDARIDAD. Emisión de nuevos capítulos a partir del 18 de agosto de 2007. www.eitb.com

jueves, 10 de septiembre de 2009

Viaxe as Azores organizada pola Cooperativa Arbore ( Porto -Portugal )

Informa: Armeria Cooperativa intercultural

AÇORES, Natureza Original
1 a 9 Outubro 2009 – 9 dias

Inscrições: até 15 de Setembro de 2009 – depósito de 30%
Liquidação: até 8 dias antes do início da viagem

Mais informações
Terra Nova – Fátima Almeida
Tel.: 222 060 000


Programa:

Do lado de cá do Oceano Atlântico não é menos bela do que o outro lado.
Açor, que sobrevoa a terra rodeada de mar. A natureza, em seu estado original, a possibilidade de comungar nela, emoções e sentimentos hoje já tão raros de se viverem.


1º dia: PORTO ou LISBOA > SÃO MIGUEL, Lagoa das Sete Cidades
Apresentação no aeroporto em horário a determinar. Formalidades e embarque em voo SATA Internacional para S. Miguel, a maior ilha do arquipélago dos Açores - mar azul, lagoas e crateras de extintos vulcões, a arte que traduz uma história secular, a íntima proximidade entre o homem e a terra… Chegada a Ponta Delgada, cidade aberta ao mar, em tons de branco e negro. Almoço em restaurante local. Viagem em direcção às estufas de ananás de Fajã de Baixo, prosseguindo pela costa norte até Vista do Rei - bela perspectiva sobre a parte central da Ilha Verde. Panorama da Lagoa das Sete Cidades em tons verde-azul e uma envolvente de lenda e serenidade. Breve paragem no Miradouro do Escalvado - panorama sobre a Ponta da Ferraria, os ilhéus e freguesia de Mosteiros com as suas piscinas naturais. Regresso a Ponta Delgada. Jantar e alojamento.

2º dia: SÃO MIGUEL, Lagoa do Fogo - Furnas - Parque Terra Nostra
Pequeno-almoço. Percurso através da costa sul, com passagem por Lagoa - visita à Fábrica de Cerâmica Vieira “louça de Lagoa” e continuação até à Lagoa do Fogo, reserva natural originada pela cratera de um remoto vulcão e um dos mais atraentes cenários de S. Miguel. Seguiremos pelo Miradouro da Caloura e Vila Franca do Campo - panorama da igreja de S. Miguel Arcanjo, Câmara Municipal, Museu de Vila Franca, Praça Bento de Góis… Chegada às Furnas, espaço algo insólito, onde as energias da terra se manifestam através de um conjunto de fumarolas e fontes termais. Almoço - “Cozido das Caldeiras”. Visita ao Parque Terra Nostra, com a sua lagoa de tonalidade amarela e vegetação exótica. Prosseguimento até à costa norte - do Miradouro do Pico do Ferro, um olhar sobre o vale das Furnas, terminando na zona das plantações de chá, Gorreana e Porto Formoso (prova de algumas variedades de chá). Breve paragem no Miradouro de Santa Iria para apreciação do azul atlântico e o verde irrepetível da paisagem. Regresso a Ponta Delgada. Alojamento.

3º dia: SÃO MIGUEL, Circuito do Nordeste
Após o pequeno-almoço, saída em direcção ao extremo oriente da Ilha, caracterizado por uma sucessão de montanhas, desfiladeiros e miradouros. Do Salto do Cavalo avista-se o Vale da Povoação, prosseguindo pela Ponta da Madrugada, Salto da Farinha e Ponta do Estorninho até à vila do Nordeste. Almoço em restaurante local. De salientar, a Ponte dos Sete Arcos, Matriz de S. Jorge, Câmara Municipal e um conjunto de ruas floridas. Contornando a costa leste, chegada à Ribeira Grande, com a sua arquitectura popular barroca - realce para a Igreja de Nª Srª da Estrela e Casa da Cultura. Regresso a Ponta Delgada. Alojamento.

4º dia: SÃO MIGUEL > TERCEIRA
Pequeno-almoço. Em hora a designar, transporte ao aeroporto e embarque em voo SATA Air Açores para a Ilha Terceira, lugar de história e paisagens retalhadas de verde. Transfer para o hotel e almoço em restaurante local. Visita ao centro histórico de Angra do Heroísmo, com um aglomerado urbano do séc. XVI classificado pela UNESCO: panorama da Sé, Palácio dos Capitães-Generais, Igreja do Colégio dos Jesuítas, Fortaleza de S. Sebastião (exterior) e Castelo de S. João Baptista, Museu de Angra, igreja da Conceição, igreja da Misericórdia e Palácio Bettencourt (Biblioteca Pública e Arquivo), Instituto Açoriano de Cultura e Instituto Histórico da Terceira. Subida ao Alto da Memória e Jardim Duque de Terceira, com as suas espécies exóticas trazidas do Novo Mundo… Jantar típico no hotel com actuação de Grupo de cantares da ilha. Alojamento.

5º dia: TERCEIRA
Após o pequeno-almoço, viagem para Praia da Vitória - panorama da Matriz, Igreja do Senhor Santo Cristo, o exterior dos Paços do Concelho e Forte de Santa Catarina. Continuação pela serra do Cume rumo ao interior; a paisagem espectacular abarca os recortes da baía da Praia da Vitória, a planície das Lajes e os típicos cerrados, campos de pasto com contornos de pedra e hortênsias. Almoço em trânsito. Percurso ao longo da Estrada do Cabrito, Algar do Carvão, Biscoitos (visita ao Museu do Vinho) e Doze Ribeiras, podendo vislumbrar a Lagoa do Negro e Pico da Bagacina. Regresso a Angra do Heroísmo. Alojamento.

6º dia: TERCEIRA > FAIAL
Pequeno-almoço. Transfer ao aeroporto e embarque em voo SATA Air Açores para o Faial, a Ilha Azul. Almoço em restaurante local. Panorama da Caldeira, cratera e lagoa rodeada de hortênsias e Ponta dos Capelinhos - espectacular, o Vulcão dos Capelinhos e, uma vez mais, a presença dominadora da natureza… Continuação pelo Vale dos Flamengos e Espalamaca, obtendo uma perspectiva sobre a cidade da Horta e, ao longe, as ilhas do Pico e S. Jorge. Chegada à capital, sede da Assembleia Regional dos Açores e porto de escala de iates e veleiros que cruzam o Atlântico. Panorâmica da Matriz de S. Salvador, as igrejas de Nª Srª das Angústias e Nª Srª do Carmo, Torre do Relógio, Forte de Santa Cruz, Portão do Porto Pim e muralhas de S. Sebastião. Alojamento.

7º dia: FAIAL > PICO
Pequeno-almoço e possibilidade de visita ao Museu da Horta - exposição de artesanato faialense, sobretudo os trabalhos executados em miolo de figueira. Tempo livre para passeio na Marina, assinalado por iatistas que aqui deixam a sua marca e criatividade, cumprindo o ritual que assegura a sua chegada a bom porto… Transfer para o Cais da Horta e embarque em ferry-boat para travessia do Canal em direcção ao Pico, a Ilha-Montanha, colorida de um imenso manto verde. Transfer para o hotel. Almoço. De tarde, visita ao centro da Vila da Madalena - Igreja de Santa Maria Madalena e zona de cultivo da Vinha da Criação Velha, organizada em currais, canadas e maroiços classificada pela UNESCO, terminando no Museu do Vinho. Jantar no Restaurante Ancoradouro. Alojamento.

8º dia: PICO > SÃO MIGUEL
Pequeno-almoço. Circuito através da Ilha do Pico pela vertente norte, efectuando paragem no Cachorro e São Jorge. Chegada à vila das Lajes e possibilidade de observar a Lagoa do Capitão. Visita ao Museu dos Baleeiros, símbolo da tradição e cultura das gentes do Pico, em tempos ligadas à captura da baleia. Almoço em restaurante local. Regresso pela costa sul e passagem pelos Mistérios da Silveira e S. João. Transfer ao aeroporto e embarque em voo SATA Air Açores para S. Miguel. Chegada, transfer ao hotel. Alojamento.

9º dia: SÃO MIGUEL > PORTO ou LISBOA
Pequeno-almoço. Tempo livre no centro histórico de Ponta Delgada. Almoço livre. Transporte ao aeroporto em horário a determinar para embarque em voo SATA Internacional de regresso ao Porto ou Lisboa.

Preço p/ pessoa (Mínimo 20 passageiros): € 1.790,00
Suplemento Quarto Single: € 295,00

Inclui:
- Passagem aérea em classe económica Porto ou Lisboa/Ponta Delgada/Terceira/Horta e Pico/Ponta Delgada/Porto ou Lisboa, incluindo franquia de 20 kg de bagagem
- Taxas de aeroporto, segurança e combustível (€ 110,53)
- Travessia em ferry-boat Faial/Pico
- Todos os transfers aeroporto/hotel/aeroporto + hotel/cais/hotel
- Transporte em minibus e visitas programadas c/ orientação de guia local
- 8 noites de alojamento em hotéis de 4* (S. Miguel, Terceira, Faial) e 3*sup (Pico) em quartos duplos c/banho ou duche e pequeno-almoço
- 3 jantares (2 no hotel + 1 em restaurante) + 8 almoços conforme programa
- Água e vinho da região nas refeições mencionadas
- Taxas hoteleiras; serviço; IVA
- Seguro de assistência em viagem Totall Allianz

Exclui:
- Almoço no 9º dia
- Jantares no 2º, 3º, 5º 6º e 8º dias
- Entradas em museus e monumentos
- Extras pessoais
- Qualquer serviço não referido no item anterior

Obs.:
- Cotação dependente das disponibilidades aérea e hoteleira no momento da confirmação e subordinada às condições de contratualização determinadas pela transportadora aérea
- Taxas de aeroporto: sujeitas a alteração à data de emissão das passagens
- Condições Gerais: segundo programação Terra Nova (facultada a pedido)

Da horta ao consumidor ( para practicar Ingles)

New Nonprofit Feeds Appetite For Local Food

INFORMA:

Ethel Cote

FONTE



Farmer Dick Proutt sells his harvest to the Local Food Hub, a new nonprofit group that aggregates produce from local farmers and finds buyers. (By Jay Paul For The Washington Post)
Chickens from Dick Proutt's farm are among those whose eggs are sold to the Local Food Hub.


Chickens from Dick Proutt's farm are among those whose eggs are sold to the Local Food Hub. (Jay Paul for The Washington Post)
A map shows the location of the distributor's farmers and pickup points.

A map shows the location of the distributor's farmers and pickup points. (Jay Paul for The Washington Post)
Margo DeMatteis eats Hub produce for lunch at a senior center in Charlottesville.



Margo DeMatteis eats Hub produce for lunch at a senior center in Charlottesville. (Stephanie Gross - Stephanie Gross for The Washington Post)

CHARLOTTESVILLE -- Dick Proutt is a small farmer. A very small one. At Down Branch Farm, he raises chickens and quails and grows lettuce, squash, melons and tomatoes on about an acre. In high summer, his weekly haul might include just five dozen quail eggs, 40 pounds of tomatoes and 20 pounds of squash.

The Jefferson Area Board of Aging wants exactly that kind of food for the more than 3,000 meals it serves each week. But it needs 100 pounds of tomatoes. And that's for one day's worth of salads at its 11 area senior citizen centers. Until now, JABA had only two options: Cobble together an order by making weekly pickups at several local farms, or call a one-stop national distributor.

But this month, Proutt's tomatoes showed up in a salad of local lettuces and carrots at JABA's day center in Charlottesville. Proutt dropped off his harvest at the Local Food Hub, a new nonprofit group that aggregated his produce along with that of 20 other local small farmers and delivered it to JABA's central kitchen.

Projects like the Hub are popping up around the country. And they could be the missing link between supply of and demand for products grown close to home. In Louisville, Grasshoppers Distribution sells the produce of 100 state farmers to 75 restaurants and schools. In Burlington, Vt., the nonprofit Intervale Center is aggregating produce from 20 farmers to sell to individuals and, this winter, to local restaurants, hospitals and universities. In Northern California, the pioneering Growers Collaborative estimates that over the past year it delivered 400 tons of local produce to Kaiser Permanente's 19 regional hospitals.

Such networks also are a priority for the Obama administration, which hopes they will improve rural economies and promote healthful eating: "What we've got to do is change how we think about, for example, getting local farmers connected to school districts because that would benefit the farmers delivering fresh produce," Obama told the Organizing for America health-care forum last week.

"There are so many new producers cropping up in America. Their best opportunity to expand is a local market," said U.S. Secretary of Agriculture Tom Vilsack. "It's enhanced if they can be joined together with other local producers so sufficient quality and quantity can be established for schools, hospitals, jails and other purchasers."

The Local Food Hub's director, Kate Collier, hadn't intended to get into the wholesale produce business. She and her husband, Eric Gertner, own a gourmet food store, Feast, in Charlottesville. Feast sells jams, chutneys, meats, cheeses and produce; the produce has the lowest profit margins.

In April 2008, Collier made a presentation to a panel convened by local food advocates that outlined how a new distribution system could support small farmers and improve access to their products. "I told them, 'This is where I see the holes are,' " she said. "Everybody jumped on the idea. They said if there was one phone number to call, they'd do it."

Last fall, Collier began to put a plan into action. She raised $305,000 from local foundations and individuals and established a nonprofit group. She leased a 3,100-square-foot warehouse. She bought a refrigerated truck for deliveries and purchased $3 million in liability insurance, a requirement to sell to large institutions. She also hired a staff of five to market the new organization, manage the warehouse and educate the community about the benefits of local food.

Farmers and local businesses have welcomed the Hub, which began making deliveries in early July. Proutt, of Down Branch Farm, was the first to sign up. The former cabinetmaker had seen his business dry up with the building bust and had decided to try farming as a second career. This spring, he sold at the Charlottesville farmers market. "It was neat to talk to people. But for us, we have so much work to do out here, it was a waste of time. We can make more money in the morning with one delivery" than by spending a day at the market, Proutt said.

Larger farms also see benefits. By selling to the Hub, Roundabout Farm's Megan Weary spends more time farming and less time marketing and making deliveries.

For example, working with a company such as Whole Foods Market requires a mountain of paperwork. Weary has sold to the high-end grocer since 2006. This summer, it took six weeks to get her heirloom tomatoes into stores.

"It's not a waste of my time. But the six weeks I spent chasing Whole Foods is six weeks I could have been selling them tomatoes," Weary said. "So the Food Hub does two things: They consolidate my deliveries, which makes my life easier, and they consolidate the time it takes to build relationships with those bigger buyers."

Institutional customers have embraced the Hub. After six weeks in business, the Hub had signed up 30 customers, including independent grocery stores, restaurants and several Charlottesville area elementary schools. Collier is in negotiations to sell to the University of Virginia dining services, run by food service behemoth Aramark. U-Va. is responding to students' desire for local food, said Bryan Kelly, the university's executive chef. Kelly sees the Hub as a liaison that can balance the needs of farmers and institutions.

Again, that's not easy. The Hub has established a small distribution system. But it can't compete on price. National distributors and food service providers scan daily commodity market prices. In high season, zucchini sells for about 40 cents a pound. The Local Food Hub sells zucchini for what it considers a fair price: 94 cents a pound.

Buying local produce also increases labor costs. That 40-cents-a-pound zucchini can come washed, chopped and bagged, while local squash must be prepped by the buyer. "It's a huge change for institutions," said Judy Berger, JABA's community nutrition manager. "When you fix thousands of meals, you want the quickest, easiest way to do it. Food from California that's prepped and ready to go is, for crazy reasons, less expensive."

Some institutions are willing to stomach the changes. JABA, for example, preps local produce from the Hub and other farmers for all of its centers in its catering kitchen. And it directs proceeds from catering to cover higher produce prices. But Cavalier Produce, a regional distributor, is not buying as much as the Hub had hoped. Cavalier does sell the Hub's specialty items, such as squash blossoms and purple potatoes, to chefs. But at the height of tomato season, Cavalier can purchase tomatoes from other Virginia farmers a little farther afield for less than half of what the Hub would charge.

"We're trying to make it work, but we have to stay at the market price," said Spencer Morris, Cavalier's general manager. "If I went out to my customers at double the price, I'd lose business."

Local distributors do have one competitive advantage: Unlike national companies, the Hub knows the source of every tomato, potato or apple it delivers -- a plus in an era where E. coli outbreaks make regular headlines. But, says Josh Edge, farm-to-institution manager at the seven-year-old Growers Collaborative in California, it is difficult to turn a profit. "The distribution business is about economies of scale," he said. "We can't compete with the national guys." The Collaborative was originally set up as a nonprofit organization; in 2006, it tried to operate as a for-profit corporation. Last year, it returned to charity status.

The Obama administration has plans to help. The Department of Agriculture is required to put at least 5 percent of its business and industry budget into developing local production. "That's the floor," Vilsack said. "What we're looking at is how can we more effectively use [those funds] to create a whole new way of thinking about the rural economy. Be assured it's one of our priorities."

Collier projects that the Hub could turn a profit with revenue of $1.5 million annually. If all goes well, that could happen in six to eight years. In the meantime, small farmers are taking advantage of the opportunity to find broad and steady markets for their products.

"It's nice to know you don't need to have 200 acres," Down Branch Farm's Proutt said. "You can still make it work."


FONTE:

jueves, 3 de septiembre de 2009

A festa das peras

Fonte: Radiofusión

http://www.radiofusion.eu/manager.php?p=FichaNova&ID=2954

As Peras máis máxicas e espectaculares


María López nos estudios de Radiofusión

En lugar de cinco, sete. As festas das Peras que tradicionalmente se celebran en Pontedeume do 7 ao 11 de setembro, amplianse este ano en dous dias. Como o dia 7 coincide en luns, as actividades comezarán xa o sábado dia 5.

Sociedade03/09/2009Autor: M.X.A/ H.S.R.

O club Firrete organiza o sábado a baixada do río Eume. Na entrega de premios na Praza Real interpretará unhas pezas o grupo Faltriqueira. No acto reclamaráse a construcción dunha infraestructura adecuada para o club de piraguismo. Faltriqueira volverá actuar o domingo ás dez da noite na Alameda. O paseo o dia do concurso de froitas, a cucaña, a saída dos mómaros e o descenso do rio son momentos máxicos e espectaculares. O luns a investigadora Maria Fidalgo pronunciará o pregón das festas. O martes 8 celébrase o dia da cucaña, o mércores 9 o cocurso de froitas e o xoves 10 a sesión de fogos de artificio. As festas das Peras rematarán o venres dia 11 coa xira ao río Eume.

lunes, 24 de agosto de 2009

A distribución do "Comercio Xusto " a debate

El aumento de ventas de artículos 'solidarios' ha mejorado la vida de millones de productores de países pobres - Su crecimiento le obliga ahora a definirse ante la tentación de un éxito más material.

Hay quien coloca su origen en iniciativas católicas de los años cuarenta y cincuenta del siglo pasado. Y también quien lo retrasa a los sesenta y setenta o, tal y como se conoce hoy el comercio justo, hasta los ochenta. Sea como sea, mucho ha cambiado desde entonces esta iniciativa que intenta que los pequeños productores de los países pobres alcancen unas condiciones de trabajo dignas y posibilidades de desarrollo colocando en el mercado sus artículos a un precio justo. Aunque sólo sea por su crecimiento exponencial.


Sus ventas en todo el mundo se han multiplicado por más de tres de 2004 a 2008, desde los 832 millones de euros hasta los 2.900, según las cifras de productos certificados por la Organización del Sello de Comercio Justo (FLO, en sus siglas en inglés). Unas cifras que pueden quedarse cortas, ya que es la principal organización del mundo, pero no la única. En cualquier caso, vinculados al sello FLO hay 1,5 millones de trabajadores en los países del Sur, con lo que se calcula que han mejorado las condiciones de vida de 7,5 millones de personas.

Venden sobre todo café, cacao, té, azúcar, fruta o algodón; en los últimos años, la artesanía se ha estancado. Unas ventas que necesitan de la complicidad de compradores concienciados de países ricos, ya que, como explicaría Perogrullo, estos productos son más caros que los injustos. Más de dos tercios de sus consumidores están en Europa.

Puede que no haya dejado de ser el chocolate del loro dentro del volumen del comercio internacional, pero ha alcanzado el tamaño suficiente como para marcar un punto de inflexión dentro del movimiento, en el que unos proponen detenerse un momento para no perder un ápice de los valores originales de lucha contra unas estructuras injustas, y otros que quieren seguir aumentando las ventas todo lo posible para ayudar al mayor número de productores, imbricando el comercio justo en los esquemas tradicionales imperantes, esto es, vendiendo en grandes supermercados, o que las grandes compañías empiecen, presionados por los consumidores, a ofrecer productos justos.

Esto implica muchas veces, además, que entren en este tipo de comercio grandes plantaciones que son las que realmente pueden responder a un gran aumento de demanda, dejando fuera a los pequeños. "El comercio justo nació para que los pequeños productores del Sur pudiéramos acceder al mercado. Y es verdad, somos pequeños y lentos, no tenemos una respuesta rápida", reconoce Jan Bernhard, directivo de la Asociación de Pequeños Productores de Tongorrape, en Perú.

El comercio solidario ha marcado un gran cambio al introducir criterios éticos en el desalmado comercio internacional. Ya no se trata sólo de cuánto cuesta, cuánto necesito o cuánto me gusta algo, sino de si alguien ha sido explotado para producirlo. Pero la ética y las posturas solidarias se suelen encontrar siempre con un mismo dilema, entre lo ideal -¿cómo deberían ser las cosas?- y lo posible -¿qué podemos hacer con lo que tenemos para mejorar la situación?-. Un dilema en el que se encuentra hoy inmerso el comercio justo.

En España, aunque con crecimientos significativos (ha aumentado un 50% entre 2004 y 2007, hasta los 17,2 millones de euros, según el anuario de comercio justo de la ONG Setem), las cifras son aún modestas si se comparan con otros países como Reino Unido (880 millones), EE UU (757) o Francia (255). En el actual contexto de crisis económica, Rafael Sanchís, de Intermón Oxfam, se da con un canto en los dientes por mantener las ventas, pero admite que en España aún se desconoce qué es el comercio justo (un 28% de la población lo sabe, frente a un 90% en Reino Unido).

Sin embargo, el debate está muy presente. Nadie cuestiona los principios básicos: al precio razonable súmesele el respeto al medio ambiente, el apoyo preferente a comunidades marginadas, la mejora de las condiciones laborales y sociales, en definitiva, que el comercio internacional sea un poco más justo y que los que peor están vivan algo mejor. Pero el informe de Setem de 2008 divide a las importadoras españolas en dos categorías.

La primera, a la que responde la mayoría, es la que mira el comercio justo de una manera "conciliadora con el modelo económico en el que vivimos", los que quiere vender cuanto más mejor, que suele conllevar la necesidad de certificación, de centrarse en productos con buena salida en los países ricos y llegar a la gran distribución. La segunda sería la de los que entienden este comercio "como una herramienta de transformación social", con un componente más político y combativo con las actuales estructuras y que, bajo el lema de la soberanía alimentaria, no importan productos del Sur que haya en el Norte e intentan reforzar los mercados del Sur para que no tengan que depender de la demanda de los países ricos.

Se puede decir que Intermón, una de las principales importadoras, está en la primera, y Sodepaz, mucho más modesta, en la segunda. Rafael Sanchís, de Intermón, apuesta porque sean las empresas privadas las que se acaben encargando de la distribución de estos artículos, asumiendo, claro está, sus principios. "En el futuro no será una cosa de ONG, sino de la empresa privada", dice Rafael Sanchís. Según los cálculos de Intermón, "si África, Asia oriental, Asia meridional y Latinoamérica aumentaran su cuota de exportaciones mundiales en un 1%, los beneficios generados supondrían cinco veces la cantidad que reciben en concepto de ayuda y sacarían de la pobreza a 128 millones de personas".

"Debemos aborrecer la idea de que vender más es mejor", dice, por supuesto en el otro lado del debate, Federica Carraro, de Sodepaz. Se queja de que se están aplicando al comercio justo "las reglas del mercado neoliberal". No quiere oír hablar de comercio justo en grandes superficies, las mismas que "promocionan la deslocalización de la producción, destruyen la actividad económica y el tejido comercial local, crean empleos temporales y de baja calidad". "Se empieza cediendo un poco y se acaba... Muchos nos cuestionamos si es válido que las grandes transnacionales estén dentro del comercio justo, si debe tenerlo Starbucks cuando en realidad es mínimo lo que ofrecen", señala el profesor de Economía de la Universidad Nacional Autónoma de México Pablo Pérez Akaki.

Así, grandes supermercados, empresas del negocio internacional, plantaciones agrícolas, autoridades públicas o multinacionales de la alimentación han entrado en la escena. Tanto Carraro como Pérez Akaki se quejan de la confusión que puede crear en el consumidor esa enorme variedad bajo el mismo paraguas, cuando algunas de las grandes empresas sólo están "lavando su imagen".

En el centro de ese paraguas está el principal certificador del modelo, la Organización del Sello de Comercio Justo (FLO), aunque el escenario de las certificaciones está creciendo -junto a ella, la principal es la Asociación Internacional de Organizaciones de Comercio Justo, que certifican organizaciones y no productos-.

Pablo Cabrera, director del sello FLO en España, explica que están presentes en 22 países y representan a 600 organizaciones. Sale al paso de las críticas. Por ejemplo, dice que en los últimos años se ha abierto la organización a los productores, que antes apenas estaban representados. Defiende que el sello garantiza que parte de los beneficios se reinvierten en mejoras sociales para las comunidades, y que se mantienen unos criterios para los pequeños y otros para mejorar las condiciones de trabajadores asalariados en grandes plantaciones -las grandes extensiones de café tienen vetado el sello, asegura-.

Admite que quizá el sistema que propone no es "el perfecto", pero sostiene que es el mejor de los posibles, aunque haya que mejorar. Y reconoce que, por el volumen, sería extremadamente complejo negociar con los productores un precio sobre los costes de producción, como proponen muchas voces, en lugar de garantizar un precio mínimo.

Según un estudio de 2007 del instituto estadounidense Food First, a pesar de que este precio mínimo "ha sido un salvavidas durante la crisis del café, pero como nunca se ha visto vinculado a los costes de producción o de vida, es cada vez menos eficaz para garantizar las prestaciones sociales", aunque es cierto que con el cultivo convencional "perderían más dinero".

Precisamente, una de las asignaturas pendientes que señala el informe de Setem es el seguimiento del impacto real que tiene el comercio solidario en las comunidades del Sur. El Instituto Adam Smith, un centro de reflexión conservador británico, publicó el año pasado un estudio en el que acusaba a este modelo de comercio de distorsionar el mercado para ayudar a unos pocos y dejar a la mayoría en una situación aún peor. Además, aseguraba que sólo el 10% del sobreprecio que pagan los consumidores llega al productor. El caso es que, más allá de las críticas desde posiciones conservadoras, a los importadores de comercio justo también les preocupa reducir al mínimo los intermediarios entre el productor y el consumidor, pero difícilmente se va a poder llevar el algodón desde Malí hasta España, por ejemplo, sin un barco.

Dos cuestiones son aquí fundamentales para Federica Carraro. La primera, no importar cosas que ya haya en el país de destino y fomentar el autoconsumo y el comercio justo dentro de los países pobres, si es necesario con acuerdos entre productores a través del trueque. La concentración del grueso de los productos de comercio justo en el mercado de materias primas -de la alimentación y éste, a su vez, en el café- que luego son elaborados en el Norte contribuye a mantener el modelo agroexportador y de monocultivo, y dificulta su seguridad alimentaria, asegura.

Pablo Cabrera, del sello FLO, sobre el estudio del Instituto Adam Smith recuerda que, aunque creciente, el volumen del comercio justo aún no da para desestabilizar ningún mercado. Y, en cualquier caso, sirve para "dejar en evidencia las prácticas injustas del comercio internacional". Y Rafael Sanchís, de Intermón, aclara que no se puede obligar a los productores a que hagan lo que quieren las organizaciones del Norte.

El profesor Pérez Akaki, de la UNAM, sostiene que, hasta el momento, el comercio justo es la mejor solución que se ha encontrado para los pequeños productores de los países pobres. Sin embargo, cree que se deben "buscar canales solidarios, mantener unos valores firmes, y buscar los nichos específicos", esto es, en lugar de crecer yendo en busca de los consumidores en los grandes canales de distribución, ir aumentando la base de los consumidores concienciados, lo que tendrá un impacto más duradero. "Aunque entiendo la presión que pueden tener de los propios productores para llegar por el otro camino", añade. Porque lo cierto es que cualquier pequeño productor de un país del Sur puede estar pensando ahora mismo que lo que él necesita es mejorar su vida en este momento, no a largo plazo. "Los productores quieren acceder al mercado de una manera más grande; lo tienen clarísimo", dice Rafael Sanchís, de Intermón.

No todos. Jan Bernhard, cofundador y directivo durante cuatro años de la Coordinadora Latinoamericana y del Caribe de Pequeños Productores de Comercio Justo (CLAC, la más importante junto a la africana AFN y la asiática NAP), es un firme defensor "de la visión y misión original del comercio justo, bajo los principios de transparencia, solidaridad y equidad". Bernhard se queja del aterrizaje en el movimiento "de los grandes tiburones", es decir, los grandes proveedores. Y de la entrada de grandes plantaciones de Brasil o de Suráfrica. "¿Qué tiene que ver eso con el comercio justo?", se pregunta. Y asegura que para que el modelo funcione para los pequeños, la oferta se tiene que mantener por debajo de la demanda. Mejorar las condiciones de trabajo de los asalariados de grandes plantaciones "está muy bien, pero eso no es comercio justo", asegura.

Desde el punto de vista del consumidor, no del grueso desavisado, sino del que está más o menos concienciado, la pregunta sería si está dispuesto a renunciar a unos esquemas de privilegios del Norte que son, en el fondo, los que le permiten comprar un poco más caros los productos de comercio justo que le hacen sentir un poco mejor, recuerda Federica Carraro. Como en todo movimiento solidario, hay muchos niveles de compromiso, hay contradicciones y cada persona, al final, es la que elige dentro de una escala de grises. Carraro, en su libro El rompecabezas de la equidad (firmado junto a Rodrigo Fernández y José Verdú), define el comercio justo como un oxímoron. Un oxímoron es una figura retórica que se produce cuando se unen dos palabras de significado opuesto, como en un silencio atronador, por tanto, una contradicción. Pero al unir las dos palabras, dice el diccionario, se puede crear un significado nuevo.

Las cifras del mercado solidario

- Ventas. Se han multiplicado por tres en todo el mundo de 2004 a 2008, pasando de los 832 millones a los 2.900. En España ha aumentado un 50% en ese periodo y se facturan 17,2 millones de euros.

- Mejoras. Los datos de la organización del sello certificador FLO muestran que más de siete millones de personas han mejorado sus condiciones de vida.

- Conocimiento. En España sólo un 28% de la población conoce el comercio justo, frente al 90% de los británicos que saben de qué se trata.

INFORME: El Comercio Justo en España 2008

Entrevista al Dr. Gilles-Eric Séralini, experto de la Comisión Europea en transgénicosTengo 49 años. Nací en Argelia y vivo en Caen (Francia), donde s

FUENTE: REAS ( Economia solidaria )


Tengo 49 años. Nací en Argelia y vivo en Caen (Francia), donde soy catedrático de Biología Molecular. Estoy casado y tengo dos hijos. Me preocupan el medio ambiente y la salud a largo plazo, soy especialista en toxicidad de variedades transgénicas y herbicidas. Soy cristiano.

¿Es usted un radical de lo natural?

En absoluto, pero mi profesión es la investigación en biología molecular, cómo se hacen los organismos genéticamente modificados (OGM) y qué efectos tienen en la salud cuando los ingerimos.

¿Y?

Sabemos que el cáncer, las enfermedades hormonales, metabólicas, inmunitarias, nerviosas y reproductivas están relacionadas con los agentes químicos que contienen.

¿Cuántos tipos de transgénicos hay?

Soja, maíz, algodón y colza. Las semillas llevan incorporado el veneno para los insectos. Las de maíz y soja contienen Roundup, el mayor herbicida del mundo.

¿Hay muchos alimentos que contengan soja o maíz?

Sí, todos los que contienen por ejemplo azúcar de maíz (sodas, bebidas de cola, pastelería, salsas, bombones, caramelos, chocolate...). Y los animales que nos comemos que han sido alimentados con maíz transgénico (pollo, vaca, conejo, cerdo, leche, huevos...).

¿En qué dosis son peligrosos?

No lo sabemos, porque no se han hecho los test adecuados; sólo sabemos que nos hacen daño a largo plazo. En general, impiden que los órganos y las células funcionen bien.

Pero se han hecho test con ratas.

Sí, pero los resultados son confidenciales.

¡Pero qué dice!

Anormal, ¿verdad?... Hay que pedir a los gobiernos de Europa que hagan públicos estos análisis; y, cuando lo hagan, muchos debates ya no tendrán sentido porque serán evidentes los efectos de los OGM. Yo soy uno de los cuatro expertos que han trabajado para la Unión Europea en el conflicto que se debate en el marco de la Organización Mundial del Comercio entre Estados Unidos y Europa para etiquetar los OGM.

¿Europa es reticente a los OGM?

La UE ha pedido los resultados de las pruebas a las compañías para aceptar o no la comercialización de estos productos, pero las compañías dicen que son confidenciales, cuando según la ley de la UE deberían ser públicos. Ya hemos ganado algún juicio contra Monsanto demostrando los efectos nocivos de los OGM que pudimos analizar.

Cuénteme.

Para saber si los OGM son tóxicos, se hacen los mismos test en todo el planeta; se les da a las ratas dos dosis de maíz transgénico durante tres meses y se les hacen dos análisis de sangre, a las cinco semanas y a los tres meses. Los resultados fueron: aumento de grasa en sangre (del 20% al 40%), de azúcar (10%), desajustes urinarios, problemas de riñones y de hígado, precisamente los órganos de desintoxicación.

Suena fatal.

En España hay 100.000 hectáreas dedicadas al cultivo de maíz transgénico (casi todo en Catalunya), es la puerta de entrada de los OGM a Europa.

Usted también ha realizado investigaciones recientemente.

Sí, sobre los efectos del Roundup (el mayor pesticida del mundo, utilizado en tres cuartos de los transgénicos) en células humanas: directamente las mata.

Eso es grave.

Los expertos pedimos dos años de test sobre animales en laboratorio, tal como se hace con los medicamentos; pero entonces los OGM no son rentables. Hay un gran combate político y económico sobre este tema, y hay que decírselo a la gente: no nos permiten ver esos análisis de sangre ni conseguimos hacer el test más allá de tres meses. Esto es un escándalo escondido por las grandes compañías.

¿Tan poderosas son estas empresas que los gobiernos no puede detenerlas?

Es el mayor desafío financiero que jamás ha existido. Hay cuatro plantas que alimentan al mundo a nivel intensivo: soja, maíz, arroz y trigo. Las compañías registran patentes sobre las plantas de estos alimentos gracias a los OGM. Quien tenga las patentes y cobre royaltis cada vez que alguien las coma o cultive en el planeta será el rey del mundo; por eso las grandes empresas farmacéuticas han empezado a hacer OGM.

Qué miedo.

Las ocho mayores compañías farmacéuticas son las ocho mayores compañías de pesticidas y de OGM. Monsanto tiene el 80% de la biotecnología del mundo.

¿Y por qué lo permiten los gobiernos?

Hace quince años, todos los gobiernos de los países industrializados apostaron en el desarrollo de la industria de la biotecnología, donde se ha invertido mucho dinero público. Los gobiernos saben que hay problemas con los OGM, pero si consiguen y publican los resultados de los análisis, resultará que todo lo autorizado hasta el momento ha sido un error de graves consecuencias.

... Lo que hundiría cualquier gobierno.

Exacto. Aun así, jamás un OGM ha sido autorizado por los ministros de Medio Ambiente de Europa.

¿Por qué los científicos no presionan?

Ni siquiera uno de cada 10.000 tiene acceso a los datos. Yo hace nueve años que leo todos los informes europeos y americanos de controles sanitarios de OGM, y los únicos que hacen test son las propias compañías.

Usted los hace.

Pocos, son carísimos. Se debería exigir a las compañías que los análisis los realizaran universidades públicas en lugar de las empresas privadas a sueldo de las compañías.

Información secreta

Ha venido invitado por la plataforma Som lo que Sembrem y dice que urge presionar a los gobiernos a que exijan a las compañías productoras de transgénicos que se hagan públicos los estudios de los efectos que estos alimentos tienen en la salud: "No es posible alimentar al mundo con un producto que sólo se ha probado tres meses en ratas y cuyos análisis de sangre son secretos". ¿Tiene autoridad o es un loco de lo natural?... Preside el consejo científico del Comité de Recherche et d´Information Indépendantes sur le Génie Génétique (Criigen). Durante nueve años trabajó para el Gobierno francés evaluando los efectos de los transgénicos en la salud. Ahora lo hace para la Comisión Europea.

Fuente: La Vanguardia (IMA SANCHÍS) Publicado el 8 de abril de 2009.